Há 1h e 15 minutos era ontem.
E ontem era um ano atrás. Desde a última postagem deste blog.
Mas como eu não dormi, e como tudo que sinto estava sentindo antes da meia noite, então considero que o que posto aqui tem um ano, desde a última postagem.
Que coisa...
Será que angústia tem data certa, encontro marcado?
Bem, vamos logo ao que vim:
"As vezes dá vontade de gritar. Falar pra todo mundo da sua dor...
"E quando o poeta está tão cheio de dor, que acaba se sentindo vazio?
Mas com qual intuito?
Penso eu que é na esperança de que encontremos alguém que nos entenda..."
Ainda bem que não sou poeta e não sei dizer o tamanho do vazio que existe em mim..."
"Que sua alegria seja do tamanho da minha dor...
Que os seus sorrisos sejam da quantidade das minhas lágrimas...
Que seus desejos sejam conquistados assim como conquistei a angústia...
Que seus objetivos sejam alcançadas assim como alcancei o limite da minha força...
Que suas conquistas sejam aplaudidas assim como aplaudo meus erros...
Que seus obstáculos desapareçam assim como desapareceu minha esperança...
Que sua tristeza não se propague assim como se propagou a minha...
Que meus versos não tirem a alegria de ninguém, assim como "a vida" me tirou você...
Que você seja feliz.
Pois assim ao menos restará um rastro de felicidade dentro de mim..."
Cruzes! que deprê...
Descobri que sou uma pseudo-poetisa melancólica, depressiva.
Por que não posso conseguir escrever coisas felizes?
Porque só dá vontade de escrever quando estou mal?
E por que ainda acho bonito, de certa forma, o que escrevo?
Tô me achando um Renato Russo (sem comparacoes, claro, pq eu só estou achando q estou escrevendo coisas que eu nao escreveria normalmente e estou espantada com isso, rs)