segunda-feira, 18 de julho de 2011

Um ano atrás...

Apenas por 1h e 15 minutos de atraso.
Há 1h e 15 minutos era ontem.
E ontem era um ano atrás. Desde a última postagem deste blog.

Mas como eu não dormi, e como tudo que sinto estava sentindo antes da meia noite, então considero que o que posto aqui tem um ano, desde a última postagem.

Que coisa...
Será que angústia tem data certa, encontro marcado?

Bem, vamos logo ao que vim:

"As vezes dá vontade de gritar. Falar pra todo mundo da sua dor...
Mas com qual intuito?
Penso eu que é na esperança de que encontremos alguém que nos entenda..."

"E quando o poeta está tão cheio de dor, que acaba se sentindo vazio?
Ainda bem que não sou poeta e não sei dizer o tamanho do vazio que existe em mim..."

E o pior de todos:

"Que sua alegria seja do tamanho da minha dor...
Que os seus sorrisos sejam da quantidade das minhas lágrimas...
Que seus desejos sejam conquistados assim como conquistei a angústia...
Que seus objetivos sejam alcançadas assim como alcancei o limite da minha força...
Que suas conquistas sejam aplaudidas assim como aplaudo meus erros...
Que seus obstáculos desapareçam assim como desapareceu minha esperança...
Que sua tristeza não se propague assim como se propagou a minha...
Que meus versos não tirem a alegria de ninguém, assim como "a vida" me tirou você...
Que você seja feliz.
Pois assim ao menos restará um rastro de felicidade dentro de mim..."


Cruzes! que deprê...
Descobri que sou uma pseudo-poetisa melancólica, depressiva.
Por que não posso conseguir escrever coisas felizes?
Porque só dá vontade de escrever quando estou mal?
E por que ainda acho bonito, de certa forma, o que escrevo?

Tô me achando um Renato Russo (sem comparacoes, claro, pq eu só estou achando q estou escrevendo coisas que eu nao escreveria normalmente e estou espantada com isso, rs)

domingo, 18 de julho de 2010

Surpresas

A vida é uma caixinha de surpresas mesmo...

As vezes parece que você tem toda a certeza em suas mãos, e aposta todas as suas fichas...
Pela primeira vez em toda a sua vida, você aposta todas as suas fichas...
Você sempre teve medo. Medo de tudo. E nunca teve certeza.
Mas em um momento você teve certeza!! E então aposta todas as suas fichas!

Mas vem a vida e te dá uma rasteira...
Quando menos a gente espera.

E aí a você tem medo de novo. Medo de tudo.
Só que agora não tem mais fichas...
E o medo é inútil nessas horas.

E só fica a certeza de que não podemos ter certeza de nada.

sábado, 17 de maio de 2008

Menos é mais.

Quero escrever mais coisas em menos linhas, pois se existem muitas pessoas como eu, meu blog será pouco lido.
Ah, preguiçosos!!!

Como...

Como a gente sabe quando gosta de alguém? Quando ama?
E se a gente
acha que gosta? A linha entre gostar e achar que gosta é muito tênue.
Mas que importa saber a diferença? Se gostar é bom e achar que gosta também, no final dá tudo no mesmo.

"E eu acho que gosto mesmo de você"

quinta-feira, 15 de maio de 2008

"Crie um nome para o blog"

----Minha imaginação teria sido mais feliz se eu tivesse conseguido colocar um nome que eu quisesse realmente no início. Mas para quem não tem um nome, qualquer um serve. E para quem não tem criatividade, o espaço "Crie um nome para o blog" incentiva a exploração da sua criatividade ao oferecer a opção "verificar disponibilidade" em "Endereço do Blog (URL)".
----Tive uma certa revolta de início, pensei: "isso está bloqueando minha liberdade de ter o nome que eu quero!". Mas em uma segunda análise (e como tudo depende de um ponto de vista), percebi que poderia ver o lado positivo. Essa tal "verificação de disponibilidade" em relação ao endereço do blog, me fez pensar em vários nomes, e exercitou minha criatividade de certa forma. Há!!!
----O endereço atual foi quase um nome aleatório, dentre várias idéias aleatórias que foram surgindo, mas poderia ter sido pior.
----É... "tambemqueroterumblog.blogspot" seria muito pior.


PS: sobre o endereço final e posteriormente o título do blog, foi praticamente aleatório, realmente. num sorteio de palavras (quase), surgiu "estrada", e então "sem chão". E como uma artista que se preze, crio um significado subjetivo pós criação da obra.
Que poderia ser algo do tipo: "uma estrada sem chão poderia indicar uma estrada sem apoio, sem definição, sem fundação ou fundamento, um buraco que te afunde, bla bla bla".
Mas prefiro algo como: "estrada sem chão. ausência de limites. Onde não há nada, você pode colocar o que quiser!"

É quase a história do copo meio cheio ou meio vazio.
A estrada sem chão pode ser um vazio, uma ausência angustiante, e/ou um vazio a ser preenchido.

Bem vindos!

Antes de iniciar ansiosamente minhas postagens de coisas supostamente úteis, devo-lhes boas vindas e prévias desculpas pelo que virá.
Não tenho a mínima idéia do que vou postar aqui.
Mas fiquei com "inveja" boa, e também quis ter um blog.
Talvez isso ative alguma parte adormecida do meu cérebro. Estou precisando despertar certas funções dele.


*Ah, apresentando-me:

Preguiçosa. Nunca fui estudiosa, intelectual.
Sim, preguiçosa, e não pretendo estudar só para satisfazer os que esperam algo de alguém com genes orientais.
"Eu canto em português errado"
Não me importo tanto se te incomoda, mas se te incomoda, peço desculpas. E espero que possa tirar proveito de algo que não seja elevar seu ego por saber mais do que eu.